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Page history last edited by PBworks 4 years, 9 months ago
 
Professora Parceira

 

Postei o texto abaixo no meu blog  em dezembro de 2006, não sabia ainda que a colega Adriana iria trabalhar conosco no projeto, então agora, corrigindo  escreveria "nossa parceira" no PA.

 Texto no Blog 

 

A professora Laurinha Schmitt de Oliveira é a minha parceira para o Projeto de Aprendizagem que faremos em 2oo7.
Vamos trabalhar com uma turma do Curso Normal. Somos de áreas diferentes Laurinha é professora de Literatura, Português. Eu de Matemática, nos conhecemos há muito tempo e quando nos encontramos "todos" os assuntos nos interessam.
Para vocês terem uma idéia de minha parceira coloco aqui seu pensamento sobre inclusão digital. 
"Há uma década, o computador na escola brasileira era realidade apenas das escolas privadas. Atualmente, já é uma realidade de um grande número das escolas públicas brasileiras, mas isso não significa que essa tecnologia esteja sendo usada na sua plena pontencialidade, pois muitas escolas disponibilizam as salas de computação apenas para aulas de informática, sem inclui-lo ao projeto pedagógico.
 É o mesmo que deixar trancados os livros da biblioteca sem relacioná-los ao processo de leitura e escrita. Atrasar a inclusão digital no processo político pedagógico é distanciar-se da geração que está aí, pois os jovens e as crianças sabem desfrutar por conta própria das potencialidades do mundo digital, mesmo que seja somente com intuito de lazer. Enquanto isso, nós professores limitados, muitas vezes, pela inabilidade de lidar com esta tecnologia, ficamos constrangidos diante da desenvoltura de nossos alunos e partimos para uma atitude de omissão ou de supervalorização do recurso “quadro-giz”.
 Esquecemos de exercer o papel de educador que é dar sentido ao uso da tecnologia, mediando e instigando a produção do conhecimento com referência a um universo de possibilidades como jogos virtuais, leitura de imagens,pesquisas na internet ou até mesmo criando páginas para que nosssos alunos escrevam seus textos e os publique.
 Se encararmos o processo de aprendizagem como uma troca onde mestre não é aquele que somente ensina, mas sim aquele que de repente aprende, parodiando o romancista Guimarães Rosa, comprovaremos que muito podemos apender e ensinar aos nossos alunos. Desde situações simples como pesquisar na internet, que tem muita coisa boa e confiável, mas também tem muito “lixo”, ou seja informações sem referência de fonte de procedência que circulam livremente como grandes verdades.
Com isto estaremos formando uma geração mais crítica e sábia. É preciso somente um pouco de ousadia e confiança em nós mesmos, pois há muito tempo já comprovamos que as quatro paredes e um quadro-giz não são suficientes no ato de ensinar."

 


 

Minhas impressões sobre o "Projeto de Aprendizagem " como Professora Parceira das colegas Bernardete e Adriana

Minhas impressões sobre o Projeto de Aprendizagem.

 

"A colega Bernardete me procurou e falou do Projeto. Fiquei interessada, pois havia feito um Projeto de Literatura e Informática com a colega Sonia em 2006 e tinha percebido que precisava me aproximar mais dessa tecnologia. Como sou Professora da Rede Pública Estadual  tenho poucas chances de estudar por isso aceitei. Claro que este foi o motivo profissional, pois também contou muito o fato de gostar muito da colega Bernardete, de suas "atitudes humanas e pedagógicas".

Escolhi a Turma 3201. Não era uma turma que eu já conhecia, pois as turmas de 2007 escolhidas, por mim, na época da esolha de turma acabram sendo todas novas,  em virtude da constante altereção de base curricular que há na escola. È uma turma do curso Normal da disciplina de Metodologia Aplicada Hora do Conto.

Em março  de 2007, na primeira semana estive na sala de aula convidando os alunos para o Projeto de Aprendizagem. na ocasião ,me apresentei e falei do Projeto; o que eu sabia. Até brinquei, dizendo que  eles não me conheciam, mas que eu pedia que depositacem em mim e na Professsora Bernardete um voto de confiança em nome da "apredidzagem",  vindo para o primeiro encontro. 

Surpresa, no dia 12/03/2007, todos estavam presentes.

Bom aí iniciou o papel de professora parceira com grandes limitações na área de informática e, por isso, "desnudada"  da tradicional  condição da professora que sabe tudo. condição essa que  procuro me desvencilhar, pois acredito que  aprendizagem é dinâmica e constante. Somos todos aprendizes.  Fico atenta em relação a dinâmica estabelicida pela Professora Bernardete. Muitas vezes interveio, pois é minha prática docente acompanhar todos os lances conferindo tudo de perto. Logo percebo que os alunos se envolvem com a dinâmica. Solicitam a minha presença procurando esclarecer dúvidas em relação ao uso da ferramante em questão e atividade de construção daquele tipo de conhecimento.

Um fato que chamou minha atenção foi que durante o momento e levantamento do questionamento sobre algo que gostariam muito de aprender, muitos alunos fizeram questões sobre o por que  é tão dif[ícil aprender algumas disciplinas como: matemática, inglês, língua portuguesa, mas na hora da organizar os grupos ninguém quis trabalhar com esta questão.

No decorrer dos encontros que estive presente fui me me maravilhando com a metodologia do projeto focada no objeto de estudo, pois compravava a eficiência e o envolvimento que os alunos demostravam, também me chamava a atenção como eles se entregam às máquinas sem reservas, sem medo

de errar, muitos já têm computador em casa.  Algumas coisas que os grupos colocavam me chamavam a atenção, pois eles também estavam percebendo que estava diante ou dentro de uma nova metodologia de aprendizagem.  No grupo do "Aquecimneto Global", o único menino  do grupo me falou: "Profe nós estamos aqui aprendendo a pesquisar, pois a gente depois que  fez o CMAP confere se tudo o que colocou tem fundamento".  Fico muito contente de ver que um aluno está percebendo a sua condição de aprendiz.

A Profe Bernardete tem uma atuação eficiente e segura, permitindo que o grupo cresça e supere as dificuldades decorrente do uso da informática. Assim para mim que tenho limitações e um pouco de medo vou também desenvovendo algumas coisas numa página crianda para mim. Chego a fazer um CMAP, num modesta demostração estimulada pela Berna, não fiz por vaidade, mas fiz porque percebi que o grupo que estava trabalhano "Desvalorização da Educação" tinha muitos limites no uso dessa linguagem, pois a maioria não possiu computador e nem sequer tem curso de informática, agi por sensibilidade dizendo que eu também como sabia, mas estava ali apredndendo.

Num final de  uma tarde fiquei lá NTE colocando alguns recados nas páginas dos grupos. No outro dia  após a leitura, os alunos comentavam sobre o que eu havia escrito. Ah! ALUNOS SÃO SEMPRE ALUNOS, GOSTAM DOS RECADINHOS DA PROFE E A PALAVRA DIRIGIDA TEM UM RESSONÂNCIA... E QUANDO VIRTUAL !!!!

 

 

 

 

 

 

Comments (1)

Anonymous said

at 4:27 pm on Apr 8, 2007

Laurinha, obrigada.É recíproco, te admiro muito como profissional competente que és. Na dedicção aos teus alunos a escola em que trabalhas, sabendo sempre te posicionar com conhecimento e humanismo.

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